Empresa

História

  • Junto à margem direita do rio Sanguinhedo, ergueu-se, no início da década de 20, do passado século, um pequeno estabelecimento fabril criado com o propósito de se dedicar à indústria de tecidos e serração de madeiras. Uma chaminé dominava a paisagem circundante, semeada de casas por entre verdes campos. Junto ao rio encontrava-se o moinho que recebia do ribeiro a força necessária para a moagem dos cereais. Ao seu lado a ponte do Arco, nome do local e futuro nome da empresa. Este estabelecimento, que se encontrava nos arrabaldes da outrora vila de Santo Tirso, foi construído pela Empresa Industrial de Santo Tirso, Lda. A sociedade foi constituída em 10 de Fevereiro de 1923 por um conjunto de 29 sócios, entre capitalistas e comerciantes do Porto e Santo Tirso, e industriais, maioritariamente moageiros e madeireiros. A sociedade contava ainda com o investimento de financeiros, funcionários públicos e técnicos têxteis do futuro estabelecimento.
    O capital social era de 450 contos, valor que rapidamente subiria nos anos seguintes, com a ampliação da empresa e o investimento de novos capitais. Em 1924 o capital social é aumentado para 1.000 contos, e o número de sócios ascende a 34, demonstrando a dinâmica inicial desta sociedade.

A produção

  • Pouco depois de iniciar a sua actividade, a serração foi desactivada dando lugar a uma fiação, cuja produção inicial era direccionada para o mercado interno e as colónias.
    Com a instalação dos departamentos de tinturaria e acabamentos, a fábrica torna-se numa unidade vertical.
    Os equipamentos para a fiação e tecelagem foram fornecidos por fabricantes ingleses, para a tinturaria e acabamentos por fabricantes alemães.
    Como resultado desta transformação produziram-se gangas e cotins, que eram muito procurados nos mercados africanos.
    Com o surgimento da guerra civil espanhola (1936/1939), houve uma maior procura de fios e tecidos, e a fábrica foi alargada para satisfazer a procura. Durante os anos 50 foi totalmente reequipada e reconstruída. Os equipamentos foram substituídos, na sua maioria, por maquinaria Suiça e Alemã, que na época eram considerados "topo de gama".
    Consequentemente começaram as exportações para os E.U.A., seguindo-se a Inglaterra e os Países da EFTA.

Os serviços de assistência

  • Nos anos 30, o bem-estar social era uma prioridade da empresa. Em 1938, uma vez que não havia Segurança Social, foram criados os serviços médicos próprios, contratando-se médicos e enfermeiras.
    Em 1942 constituíam uma cantina, uma padaria, uma creche para os filhos dos trabalhadores, acesso a serviços de Raio X, Ultra violetas e outros.

A actualidade

  • Em 1988 a empresa mudou a sua designação para ARCOtêxteis - Empresa Industrial de Santo Tirso, SA e o seu capital social aumentou para 3.000.000.000 de escudos (€ 14.963.936,00).
    O número de accionistas foi reduzido consideravelmente, e actualmente o capital social pertence à família Rezende.
    Desde finais de 2004 a Empresa passou a designar-se ARCOtêxteis S.A..
    Emprega cerca de 700 trabalhadores e, com a ajuda de vários programas Comunitários, está de novo totalmente renovada.

     


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